FOTO KIRLIAN em São João Del Rei

O que é Bioeletrografia?

O que é Bioeletrografia?

Diversas hipóteses têm sido propostas, mas na atualidade a que mais consistência apresenta, cientificamente falando, é aquela que é conhecida como O Modelo Bioeletrográfico, ou Modelo GDV (do inglês Gas Discharge Visualization), de autoria do Físico Russo Dr. Konstantin Korotkov, PhD e explicada fisiologicamente pelo Prof. António Marquês, de Portugal.

Antes de entrarmos diretamente na explicação do Modelo GDV, precisamos ter uma noção básica do fenômeno elétrico conhecido como Ionização.

Para melhor entender a Ionização, deveremos fazer uma revisão no nosso conceito de átomo e de seus componentes principais, o núcleo e a eletrosfera. No esquema simplificado de um átomo, apenas com a finalidade de memorização, podemos observar os elétrons girando na eletrosfera, em torno do núcleo atômico formado de prótons e nêutrons.

Se um elétron, por um motivo qualquer, se desprende do átomo deixando de girar em torno do núcleo, e sai viajando livremente, entre os demais átomos do meio ambiente, recebe o nome de “elétron livre”. Toda vez que um “elétron livre” volta a ser um elétron comum emite um “fóton de luz”, ou seja, produz luz, ilumina o ambiente.

Na realidade, todo elétron livre é um íon, bem como todo e qualquer átomo que esteja desfalcado de elétrons no último orbital também é chamado de íon. Os elétrons livres são os íons negativos e os átomos que perderam elétrons são os íons positivos.

Nos gases e vapores, os átomos e os íons são ainda muito mais livres e afastados do que nos líquidos. Quando ocorre a ionização num meio gasoso e/ou vaporoso, quase que imediatamente, todo o ambiente fica iluminado.

Como resultado do metabolismo celular de nossos corpos, diversas substâncias químicas são liberadas e, no final, são exaladas sob a forma de gases e/ou vapores pelos poros da pele, como o suor, uréia, CO2, NH4, SO2, etc, inclusive os feromônios. Este fato pode ser demonstrado através de um Espectrofotômetro. Na atualidade, utiliza-se demais o espectrofotômetro para fazer-se análises químicas muito precisas, pois toda e qualquer substância produz um “espectro” de cores e estruturas geométricas diversas, hoje em dia, muito bem conhecidas e até mesmo catalogadas. Os gases e vapores exalados pelos nossos corpos, inclusive os feromônios, também podem ser quimicamente identificados por este processo.

Profissionais da área de enfermagem costumam relatar que não precisam ler os prontuários médicos, afixados no leito do paciente, nos hospitais, para saberem qual a doença daquele paciente, pois ao entrarem no quarto onde ele se encontra, devido à sua prática e experiência, somente ao sentirem o odor que é por ele exalado – gases e vapores que estão sendo exalados pela pele – e que está impregnando o quarto, já são capazes de identificar o seu problema de saúde.

Segundo o Professor Newton Milhomens os médicos insistem em afirmar que tal coisa não constitui um fato científico e que isso não pode acontecer. Além de médicos, diz ter ouvido de muitas pessoas que o fato é impossível, ou seja, através do cheiro de uma pessoa, dizer-se se ela está saudável ou não, embora já existam muitos artigos e até mesmo livros de Medicina, de autores brasileiros e estrangeiros, informando exatamente isso, o que comprova que a enfermagem sempre esteve com a razão. Isto também comprova inquestionavelmente a validade da Hipótese GDV.

O Dr. Konstantin Korotkov, PhD, Diretor do Departamento de Física da Universidade de São Petersburgo, na Rússia, descobriu a ionização dos gases e/ou vapores nas Máquinas Kirlian. O Prof. António Marquês, professor da Escola Superior de Biologia e Saúde, de Lisboa, Portugal, explicou em detalhes, a liberação dos gases e/ou vapores, a partir do metabolismo celular. Uma Foto Kirlian ou uma Bioeletrografia ou, ainda, um Bioeletrograma nada mais é do que a fotografia da ionização dos gases e/ou vapores exalados pelo corpo, através dos poros da pele. As cores e as estruturas geométricas que nela aparecem nos permitem diagnosticar problemas de saúde orgânica e/ou psíquica.

O que não é!

A Foto Kirlian, em absoluto, não é a Foto da Aura, também não é a Foto dos “Corpos Sutis” (corpo astral, corpo etérico, etc) nem da Auréola dos Deuses Indianos, que aparece em torno de suas cabeças, segundo a Tradição Religiosa dos Indianos.

Também não é a Foto da Auréola ou da Aura que aparece em torno das cabeças dos Santos da Igreja Católica, segundo a Tradição Católica. Também não é a Foto de um Anjo, de um espírito ou de qualquer outra entidade Sobrenatural e também não é a Foto Kirlian da “incorporação” de qualquer “entidade” em médiuns.

Bioeletrograma

Isto é uma Foto Kirlian ou uma Bioeletrografia ou, ainda, um Bioeletrograma de um dedo humano, como é atualmente conhecida a Foto Kirlian, em termos e âmbito internacionais.

A parte central, negra, é o dedo. O halo colorido, em redor do dedo, é o que realmente nos interessa explicar, pois para olhar seu dedo, você não precisa tirar nenhuma Foto Kirlian. No halo, podemos distinguir as cores branca, azul e vermelha. Às vezes, também podem aparecer outras cores.

Máquina Kirlian

No esquema ao lado, temos (à esquerda) um gerador de alta voltagem que é conduzida à placa(à direita) onde se coloca o dedo e, entre o dedo e a placa, um filme fotográfico.

Quando a placa está energizada, os gases e vapores que saem pelos poros das papilas digitais são, então, ionizados.

Conforme seja a composição química desses gases e vapores exalados e ionizados por essas descargas elétricas, surgem as diversas cores e estruturas nas Fotos Kirlian, tal e qual num espectrofotômetro de massa.

Na realidade, o que é ionizado pelas descargas elétricas são os gases e/ou vapores exalados pelas papilas digitais. Como esses gases e/ou vapores são produzidos pelo metabolismo celular, está claro que indicarão como se encontra o estado de saúde orgânica e psíquica da pessoa, inclusive, até mesmo, sua sexualidade, devido à exalação dos feromônios.

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