FOTO KIRLIAN em São João Del Rei

Estudos de Bioeletrografia Aplicados aos Florais de Minas

Estudos de Bioeletrografia Aplicados aos Florais de Minas

Professor Rodhrigo Campos

RESUMO: A Bioeletrografia tem se mostrado uma importante ferramenta de análise de substâncias líquidas e sólidas, além de ser aplicada à análise e diagnóstico das debilidades humanas. O presente estudo tem por objetivo de mostrar como a Terapia Floral poder ser estudada através deste equipamento (Bioeletrógrafo), visto que o mesmo tem grande capacidade para analisar agentes vibracionais. Como as essências florais são produtos deste porte qualitativo e quantitativo, a presente tecnologia tem a a capacidade de demonstrar as alterações sutis ocorridas quanto ao número de gotas utilizadas ao se preparar o floral de uso e se as essências podem realmente colaborar na manutenção da saúde integral do indivíduo. O sistema Florais de Minas será empregado no presente estudo, visto tratar-se de uma modalidade terapêutica classicamente consagrada, tendo sido desenvolvida por Breno Marques da Silva e Ednamara Batista Vasconcelos e Marques, e cujos laboratórios estão localizados na cidade de Itaúna, em Minas Gerais.

PALAVRAS-CHAVE: Bioeletrografia. Terapia Floral. Florais de Minas. Essências Florais.

INTRODUÇÃO: Terapia Floral

O autor trabalha com a Terapia Floral através do sistema Florais de Minas desde o ano de 1997, e tem observado em si próprio e nas pessoas por ele tratadas, que as essências vibracionais de flores trazem em si um grande potencial de induzir os processos quânticos de cura e aprimoramento moral e espiritual. O autor interessou-se por estudar as essências florais de uma forma um pouco mais sistemática e científica, na expectativa de sanar o imenso déficit de pesquisas nesta área, e também motivar outros estudos que desvelem o vasto universo de possibilidades terapêuticas das essências florais.

A Terapia Floral consiste de um minucioso método de obtenção, preparo e uso dos princípios terapêuticos contidos nas plantas, especialmente os modos vibracionais obtidos das flores. O Dr. Edward Bach (1886-1936) foi o responsável por desenvolver este importante método de cura holística, sendo que em 1935 ele já havia desenvolvido em toda a sua plenitude o seu próprio sistema floral, composto por 38 essências individuais e uma fórmula composta (Rescue).

Baseados nos pressupostos teóricos e metodológicos do Dr. Bach, que eram e ainda são aplicados às flores européias, os pesquisadores Breno Marques e Ednamara Vasconcelos desenvolveram um sistema que se aplica às flores de Minas Gerais, as quais possuem características botânicas, míticas, energéticas e morfológicas que “carregam” traços deste maravilhoso acervo etnobotânico encontrado em nossa pátria, o Brasil. As flores pesquisadas por eles medram facilmente por todo território nacional, mostrando assim que este sistema não tem relação apenas com os mineiros, mas com os brasileiros em geral. Nosso povo desde seus primórdios já se encontra afinado e sincronizado com toda flora e fauna desta terra, sendo assim nossas flores já nos perfumam e alentam o nosso caminho a muitos anos.

BIOELETROGRAFIA: MINHA LENTE DE OBSERVAÇÃO

Popularmente, ou melhor, em homenagem a um dos pesquisadores que observou e documentou o efeito biofotogasoso pela primeira vez, a Bioeletrografia recebia o nome de Foto Kirlian, fazendo referência a Semyon Davidovitch Kirlian, que em 1939, na cidade de Krasnodar se deparou com tal efeito e desenvolveu um equipamento para reprodução das experiências.

Tal descoberta foi estudada pelo Prof. Newton Milhomens, residente em Curitiba(PR) que por sua vez criou um equipamento análogo com tecnologia totalmente brasileira (www.bioeletrografia.com.br). O equipamento no Padrão Newton Milhomens utiliza o filme fotográfico ASA 100 da marca Fujicollor, tendo o aparelho dois módulos o primeiro responsável por alterar o padrão da eletricidade (gerador) para se conseguir o efeito bioeletrográfico e o segundo é o porta-filme com a câmara escura onde são tomadas as fotografias.

O paradigma da Bioeletrografia consiste em que o equipamento consegue produzir a ionização luminosa de gases e vapores emanados da amostra a ser fotografada (produto ou parte do corpo humano) e registrá-la mediante um aparato fotográfico convencional.

Vejamos o que diz o próprio Prof. Newton Milhomens: “Então, fácil fica para qualquer um entender que, em contato com a placa eletrificada de uma máquina kirlian, esses gases e vapores se ionizam e, ao se ionizar, provocam o surgimento de um halo luminoso e multicolorido em redor do corpo ou do objeto que está sendo kirliangrafado. Este halo luminoso multicolorido é o resultado imediato dessa ionização e, além de poder ser visualizado diretamente pelos nossos próprios olhos, também pode sensibilizar uma película fotográfica, como é o caso mais comum das fotos kirlian. As cores que aparecem numa foto kirlian, nada mais seriam do que o espectro luminescente da ionização dos diversos gases e vapores – o que já é um fato real e cientificamente comprovado tanto pela espectrografia como pela cromatografia – e explicaria também o fato de que as variações dos estados de saúde orgânica e/ou psíquica se refletiriam na emissão de determinados tipos de gases e/ou vapores, conforme a pessoa estivesse saudável, doente, alegre, triste, etc.” (MILHOMENS, Newton. FOTOS KIRLIAN – A COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA.CD-ROOM. Edição 1998. Curitiba-PR).

O Bioeletrógrafo pode ser utilizado para se verificar questões pertinentes à saúde humana e também pode ser empregado na análise de líquidos, cristais, metais e vários outros tipos de produtos vibracionais.

OS ESTUDOS: HIPÓTESES

O autor estabelece a hipótese geral de que o princípio floral possui a capacidade de catalisar os processos de cura, de resgate da saúde e do bem-estar que abrange a totalidade dinâmica e cósmica do indivíduo. A partir desta hipótese, é possível estabelecer algumas possibilidades de investigação, sendo elas:

Hipótese 1: A fórmula floral preparada para uso oral contém tradicionalmente pequena porção de brandy (conservante), água mineral (veículo) e as essências florais (solução-estoque). Seria possível, através das fotos obtidas com a BIOELETROGRAFIA, observar variações energéticas em 1ml de água mineral após a adição de gotas de conhaque (brandy) e posteriormente gotas de essências florais?

Hipótese 2: Uma fórmula floral, contendo essências escolhidas de forma aleatória, poderia trazer que tipo de mudanças no campo bioenergético de uma pessoa? Será que as essências poderiam ampliar ou reduzir tal campo?

Hipótese 3: A medicina floral é uma terapia cujo foco principal é a alma. A depressão é um dos estados mais graves e contundentes da alma humana. Seria possível documentar através da BIOELETROGRAFIA os benefícios das essências florais no tratamento de estados depressivos?

Após estabelecer tais hipóteses, vamos agora ver com o auxílio da BIOELETROGRAFIA, como se deram as observações.

RESULTADOS EXPERIMENTAIS – HIPÓTESE 1:

Para se analisar líquidos no BIOELETRÓGRAFO Padrão Newton Milhomens não é possível colocar o líquido direto na película do filme, pois isto causaria apenas uma reação química direta do líquido com a película fotográfica, e não seria possível obter resultados satisfatórios. O líquido é então colocado em frasco de vidro transparente, com paredes e fundo com uma espessura a mais fina possível. Na parte superior do frasco existe um lacre de borracha que traz consigo um fio-terra, o qual permite o aterramento do líquido ao aparelho, de modo que seja possível fechar o circuito elétrico e então produzir a fotografia.

Colocou-se então 1ml de água mineral (marca: Água Viva. Fonte:Olhos D`Água – Itaúna/MG – Obs: a água destilada não é empregada no preparo e uso das essências do Sistema Florais de Minas). A foto bioeletrográfica deste 1ml de água mineral será considerada a “testemunha”, em comparação com as fotos obtidas após a adição de conhaque (brandy) e em seguida da essência floral Ficus.

Na BIOELETROGRAFIA de líquidos ainda não existem padrões referênciais relacionados aos estados energéticos internos característicos, restando portanto ao pesquisador observar e registrar as diferenças relativas nas cores, luminosidades e arranjos peculiares nas fotos em suas totalidades. Todavia, o principal parâmetro de análise é a luminosidade. Aplica-se então o seguinte raciocínio: – Se o líquido “testemunha” já traz a sua própria luminosidade, o principal fator a ser observado é a alteração nesta luminosidade quando se agregam outras substâncias-testes. Caso o elemento que foi agregado diminua a luminosidade total do líquido “testemunha”, é sinal de atenuação dos padrões vibracionais e do conteúdo informacional presente.

Eis os resultados experimentais:

1- Foto Bioeletrográfica de 1ml de água mineral (“testemunha”): O círculo escuro corresponde ao fundo do frasco de vidro que contém o líquido e que está em contato com a película do filme fotográfico. Este círculo nos oferece a opção de observarmos o que ocorre dentro e fora dele, nos dando assim um ótimo referencial de observação.

Foto 1 - Água Mineral Pura

2 – Foto Bioeletrográfica da “Testemunha” após receber 2 gotas de conhaque (brandy) marca “Domeq”: Observe que não ocorreram alterações significativas nas cores nem dentro e nem fora do círculo.

3 – Foto Bioeletrográfica da “Testemunha” após receber 2 gotas da solução-estoque da essência floral Ficus: A luminosidade foi claramente intensificada em comparação com a foto bioeletrográfica da “testemunha” (ver fotos anteriores). Ademais, apareceram pequenas “bolinhas” brancas no lado interno do círculo, as quais correspondem microquantidades de elementos orgânicos residuais das flores empregadas na produção da Tintura-mãe de Ficus. As bordas externas ao círculo nos dão uma idéia de “algo que se movimenta”, de “algo que está em alta frequência vibracional”.

4 – Foto Bioeletrográfica da “Testemunha” após receber 4 gotas da solução-estoque da essência floral Ficus: As “bolinhas” brancas na parte central continuam visíveis nesta e em todas as outras fotos bioeletrográficas subsequentes. Ademais, a luminosidade branca característica tornou-se ainda mais intensa e compacta.

5 – Foto Bioeletrográfica da “Testemunha” após receber 7 gotas da solução-estoque da essência floral Ficus: Esta foto tem uma curiosidade que chama a atenção pelo fato de metade dela apresentar no lado externo do círculo uma luminosidade de cor azul e a outra metade cor vermelha, realçando uma “idéia de perfeito equilíbrio entre ambas as cores”. Ademais, a luminosidade ao redor do círculo sugere “algo que se encontra em constante movimento vibratório”.

6 – Foto Bioeletrográfica da “Testemunha” após receber 14 gotas da solução-estoque da essência floral Ficus: Nesta foto observa-se que a luminosidade de cor branca tornou-se extremamente intensa e expansiva na parte externa do círculo.

7 – Foto Bioeletrográfica da “Testemunha” após receber 21 gotas da solução-estoque da essência floral Ficus: Observa-se que a informação contida na essência floral está em um nível vibracional tão intenso que a foto fica quase velada pela extrema luminosidade bioeletrográfica (este fato é mais aparente nas 4 bordas da foto). Aqui fica mais realçada ainda a existência de uma informação floral que tem um comportamento vibratório bem diferente do padrão característico da “testemunha”.

Fotos 02, 03, 04, 05, 06, 07

CONCLUSÕES DA HIPÓTESE 1:

Tendo como referência a “testemunha” (1ml de água mineral), podemos observar que a adição de 2 gotas de conhaque não produz alterações energéticas e vibracionais perceptíveis nos padrões bioeletrográficos. A adição posterior de 2 gotas da solução-estoque da essência floral Ficus resulta em luminosidade e coloração completamente diferentes, em comparação com os resultados anteriores. A partir do acréscimo de mais e mais gotas da referida essência floral, os padrões vibracionais e energéticos são gradativamente intensificados, conforme demonstram as fotos bioeletrográficas.

O estudo demonstra que o conservante alcoólico (conhaque) não apresenta quaisquer princípios vibracionais mensuráveis pela presente técnica, o que confirma apenas o seu caráter auxiliar e bacteriostático na formulação floral, estando portanto absolutamente destituído de faculdades curativas.

O número de gotas da solução-estoque, por outro lado, parece ter sua importância terapêutica na medida em que os resultados bioeletrográficos (in situ) demonstraram uma proporcionalidade entre o número de gotas empregadas e a intensidade luminosa dos padrões vibracionais e energéticos. Tal resultado parece querer indicar a necessidade de se alterar o número de gotas da solução-estoque (2 até 21 gotas da SE) de cada essência na preparação da fórmula floral de uso (SU) de modo a potencializar ou calibrar o foco de atuação terapêutica levando-se em conta os diferentes níveis do conflito ou sofrimento.

É absolutamente imperativo o prosseguimento desta pesquisa no sentido de se alterar o número de gotas do conservante (brandy) (2 até 21 gotas) de modo a esclarecer melhor ainda o seu papel sobre a “testemunha” e diferenciar sua possível ação em relação aos componentes vibracionais das flores. O fato é que se provou a ausência de efeitos vibracionais do conhaque apenas para duas gotas.

RESULTADOS EXPERIMENTAIS – HIPÓTESE 2:

Uma fórmula floral, contendo essências escolhidas de forma aleatória, poderia trazer que tipo de mudanças no campo bioenergético de uma pessoa? Será que as essências poderiam ampliar ou reduzir tal campo?

A partir desta hipótese, foi selecionado um único indivíduo (participante) que atendesse o seguinte protocolo: (i) que não estivesse fazendo uso de nenhum tipo de formulação floral; (ii) que seu estado psicológico e espiritual fosse absolutamente desconhecido do autor. Uma formulação floral contendo cinco essências do Sistema Florais de Minas, escolhidas de forma aleatória, foi preparada como Fórmula-Teste. Durante a seleção das essências, o autor não teve qualquer contato com o indivíduo que seria testado. A formulação floral foi confeccionada com água mineral e sem a adição de qualquer conservante alcoólico (conhaque).

A experimentação foi conduzida da seguinte forma: O autor registrou uma foto bioeletrográfica da pessoa (dedo indicador da mão direita) imediatamente antes da utilização da formulação floral. Após a obtenção desta foto (“testemunha”), o autor ministrou pessoalmente à pessoa uma dose única na quantidade de 7 gotas da solução de uso (SU) pela via sublingual. Depois de administrada a dose única de florais, o tempo foi cronometrado, e o autor registrou outras fotos bioeletrográficas em intervalos subsequentes. A pessoa após o uso da dose única não teve mais qualquer contato com essências florais.

Os tempos empregados para tomada das fotos bioeletrográficas ficaram distribuídos da seguinte forma: (i) t=0 antes do uso da dose única de florais; (ii) t=5 minutos após a ingestão da dose única de florais;  (iii) t= 35 minutos após a ingestão da dose única; (iv) t= 6 horas e 5 minutos após a ingestão da dose única (último registro).

Outro detalhe importante deste estudo é que as fotos bioeletrográficas foram realizadas em uma tira única de filme fotográfico (ASA 100 – Marca Fujicollor), o que implica que o autor não teve qualquer acesso a nenhuma das fotos antes da conclusão total do estudo.

Os resultados obtidos foram os seguintes:

1 – Foto 8: Foto Bioeletrográfica da pessoa ao se apresentar para o estudo, imediatamente antes de fazer uso da dose única de florais (t=0 minutos). Observa-se na foto (t=0 minutos; imediatamente antes de tomar florais) uma nítida deficiência de luminosidade branca, acompanhada de grandes falhas, inclusive notando-se alguns flocos de cor branca que se desprendem do campo biogasoso.

2 – Foto 9: Foto Bioeletrográfica da pessoa 5 minutos após a ingestão sublingual de 7 gotas da fórmula floral (t=5minutos). Agora, quase que imediatamente (5 minutos) após o uso da dose única de floral (7 gotas), a luminosidade de cor branca retorna com toda força e vitalidade, indicando assim que as essências já foram apreendidas pelo corpo vital e já começaram a atuar de forma colaborativa a restauração total da pessoa. Se a foto bioeletrográfica apresentar falhas e rompimentos, é indicação de vários desequilíbrios. Sendo assim, a foto mostra que o campo biogasoso já começou a ser recomposto e reequilibrado.

3 – Foto 10: Foto Bioeletrográfica da pessoa 35 minutos depois da ingestão da dose única de florais (t=35 minutos). Observa-se que à medida que as essências florais vão atuando no organismo (t=35 minutos após o uso dos florais) o campo biogasoso da pessoa vai ficando esteticamente mais harmonioso, com melhor distribuição de cores e luzes, sendo que especialmente a luminosidade de cor branca torna-se gradativamente mais homogênea e compacta. Ademais, nota-se que a foto bioeletrográfica desta etapa já não apresenta mais falhas e as cores azul e magenta já revelaram um reequilíbrio entre si, refletindo com isto possivelmente um estado de harmonia emocional.

4 – Foto 11: Foto Bioeletrográfica da pessoa 6 horas e 5 minutos depois da ingestão da dose única de florais (t=365 minutos). Nesta etapa (t= 6 horas e 5 minutos após a ingestão da dose única de florais) a luminosidade de cor branca começa a enfraquecer, perder intensidade, mostrando algumas falhas parecidas com aquelas registradas antes da ingestão dos florais (t=0 minutos). Parece que a pessoa começa lentamente a voltar para seu estado energético anterior ao uso dos florais. Ou seja, a eficácia dos florais sobre o campo biogasoso começa a mostrar sinais de atenuação, o que poderia implicar em termos terapêuticos numa corroboração da posologia floral clássica que recomenda o uso de 4 em 4 horas (o que premeditadamente não foi feito neste estudo de dose única, justamente para que se pudesse validar tal posologia clássica).

Portanto, o presente estudo, mesmo levando-se em conta suas inerentes limitações metodológicas, permite concluir sobre a necessidade do uso regular dos florais (pelo menos, 4 gotas 4 vezes ao dia) para que haja eficácia nos processos de restauração e reequilíbrio emocional do usuário.

Fotos 08, 09, 10, 11

CONCLUSÃO DA HIPÓTESE 2:

Uma fórmula floral, contendo essências escolhidas de forma aleatória, poderia trazer que tipo de mudanças no campo bioenergético de uma pessoa? Será que as essências poderiam ampliar ou reduzir tal campo?

A despeito das limitações inerentes ao campo de pesquisa vibracional, o presente estudo bioeletrográfico (in vivo) permite concluir que as essências florais podem colaborar de forma construtiva para a restauração e reequilíbrio do campo bioenergético de uma pessoa, o que traz implicações positivas para o seu comportamento emocional e bem estar geral. Todavia, o estudo também aponta para a necessidade prática de que a formulação floral seja empregada de forma regular e periódica. Tal resultado corrobora a posologia clássica mínima estabelecida pelo Dr. Edward Bach (4 gotas 4 vezes ao dia).

Embora tais resultados sejam de extrema importância para a terapia floral no que tange à validação da posologia e da eficácia curativa, novos estudos devem ser realizados no sentido de romper as severas limitações metodológicas e técnicas do presente estado da arte da medicina vibracional em geral e da terapia floral em particular.

O autor tem consciência de que o presente trabalho embora limitado pode representar mais um “tijolinho” para a grande edificação da medicina floral que se constrói presentemente no Brasil e no mundo. Somente através de novos estudos e pesquisas a terapia floral será conduzida a uma plena aceitação acadêmica e cada vez mais e mais pessoas poderão se beneficiar de sua tremenda potência curativa.

RESULTADOS EXPERIMENTAIS DA HIPÓTESE 3:

Seria possível documentar através da BIOELETROGRAFIA os benefícios das essências florais no tratamento de estados depressivos?

A medicina convencional e a psicologia possuem seus próprios instrumentos e parâmetros conceituais para o diagnóstico seguro dos quadros de depressão. Todavia, tais conceitos não serão abordados no presente trabalho. O olhar utillizado aqui é o da BIOELETROGRAFIA , que já possui um acervo teórico e experimental suficientemente vasto, seguro e preciso para diagnosticar a presença insidiosa da depressão no ser humano, em seus vários níveis de gradação e manifestação.

Para melhor compreensão deste assunto, é colocado à disposição do leitor as obras bibliográficas do Prof. Newton Milhomens. Portanto, a linguagem e os argumentos adotados neste estudo são aqueles exclusivos da BIOELETROGRAFIA da depressão, segundo os padrões do Prof. Newton Milhomens.

O principal sinal morfológico de diagnóstico da depressão na foto bioeletrográfica (Padrão Newton Milhomens) é a presença de uma ou mais falhas de tamanho significativo no campo ou área ao redor do dedo fotografado. Tais falhas afetam a continuidade do halo branco luminoso que envolve todo o dedo, sendo que quanto maior for a falha ou quanto maior o número de falhas mais grave é o estado depressivo (ver ilustração seguinte). A presença de um halo luminoso branco rodeando todo o dedo mostra via de regra a ausência de depressão e aponta para uma possível integridade energética e física da pessoa.

Nos exemplos ilustrativos publicados pelo Prof. Newton Milhomens sobre este tema e apresentados aqui (ver figura a seguir), a foto à direita revela um estado depressivo mais grave que a foto à esquerda (MILHOMENS, Newton – Fotos Kirlian: como interpretar. Editora Ibrasa, São Paulo, 1988).

O Prof. Newton Milhomens assim se expressa sobre o diagnóstico bioeletrográfico da depressão: “Estado depressivo: Falhas de bom tamanho indicam a existência de estado depressivo, podendo ser uma depressão relativamente fraca, em estado adiantado ou, então, uma depressão profunda. Em casos mais extremos, poderão aparecer apenas alguns poucos pontos luminosos e nada mais que isso”. (MILHOMENS, Newton FOTOS KIRLIAN – A COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA. Edição 1998. Curitiba-PR).

Fotos Esquema 01

A sequência de fotos seguintes, obtidas na prática terapêutica do autor ao lidar com pessoas em estados depressivos, ilustra ainda mais os padrões bioeletrográficos associados à depressão:

Fotos Esquema 02

Em todas as fotografias apresentadas podem ser observadas falhas de variados tamanhos e formas em torno do halo luminoso branco ao redor dos dedos fotografados. Em alguns casos, o halo luminoso branco pode se tornar quase que totalmente ausente, indicando depressão grave (ver penúltima foto).

Por outro lado, as três fotos seguintes, também do acervo terapêutico do autor, ilustram a situação contrária onde não há presença de falhas (ausência de depressão), e o halo luminoso branco rodeia homogeneamente o dedo fotografado, indicando integridade vibracional e energética:

Fotos pg. 15

Nas três fotografias não são observadas falhas no campo ao redor dos dedos, o que permite concluir seguramente que tais pessoas não estão sujeitas aos estados depressivos de nenhuma categoria. É preciso alertar que o autor, por motivos de simplificação e clareza, está levando em consideração na presente análise exclusivamente os sinais diagnósticos de depressão, descartando deliberadamente outros detalhes e variações nas fotos os quais são indicativos de outras desarmonias de pouco interesse no presente estudo.

O caso relatado no presente estudo é de uma mulher, casada, 63 anos de idade, mãe de alguns filhos, a qual será tratada daqui para diante por SP. Trata-se de um caso real transcorrido durante a prática terapêutica do autor. Certa ocasião SP. solicitou o aconselhamento do autor quanto ao possível uso dos preparados florais devido ao fato de apresentar, já por um bom tempo, algumas feridas de difícil cicatrização. As regiões do corpo mais afetadas eram os braços, a área pubiana e as costas. Ela ouvira falar vagamente que os florais seriam interessantes para ajudar em seu bem estar geral e como estava sem solução para seus problemas então decidiu procurar o autor.

Após ouvir as queixas e relatos de SP, o autor observou em seu discurso e em suas atitudes um certo grau de angústia e de apatia, decidindo então realizar a fotografia bioeletrográfica. Assim em seguida foi realizada uma foto do dedo médio. Solicitou-se o retorno de SP após dois dias, de modo que houvesse tempo suficiente para a revelação e a subsequente interpretação.

1 – Foto 12: Antes de utilizar os florais e fitoflorais (t=0 minutos). A foto bioeletrográfica de SP, apresenta uma enorme falha ao redor do dedo, caracterizando inequivocamente um processo depressivo de intensidade bem significativa, conforme os padrões de diagnóstico consagrados na BIOELETROGRAFIA do Prof. Newton Milhomens, a qual possui um vasto acervo de fotos e de casos que sustentam empiricamente o presente argumento conclusivo.

Fotos 12, 13, 14, 15

De posse deste resultado, o autor recomendou o uso dos seguintes florais e fitoflorais: Hilaris (2 cápsulas e vezes ao dia); Imunis (30 gotas 4 vezes ao dia, diluídas em um copo de água); Gel de Flores de Minas (aplicado 4 vezes ao dia sobre as feridas); Fórmula de Uso (21 gotas/30ml da SE de cada uma das seguintes essências: Linum, Millefolium, Heliotropium, Arnica Campestre, Buquê de 9 Flores e Malus) (4 gotas sublinguais 8 vezes ao dia).

2 – Foto 13. Após 3 semanas de uso dos florais e fitoflorais (t=3 semanas): É muito importante observar que nesta etapa a área do dedo médio que corresponde à imunidade (lado direito da foto) começou a recompor o seu padrão vibracional de integridade. Ademais, cerca de 65% do halo luminoso branco que deveria envolver completamente o dedo já está relativamente restaurado, em comparação com a mínima fração observada antes do início do tratamento (t=0). Portanto, isto significa que flagramos SP em pleno transcurso dinâmico característico de uma reação positiva de cura. Por esta razão o autor aconselhou que SP continuasse a usar os mesmos produtos vibracionais.

3 – Foto 14. Após 7 semanas de uso dos florais e fitoflorais (t=7semanas): O autor observou e registrou durante a entrevista melhoras bem acentuadas em seu comportamento geral, expressão verbal e até mesmo na linguagem corporal, em comparação com as observações feitas antes do início do tratamento (t=0). Ademais, as feridas já estavam quase todas cicatrizadas e não havia mais queixas de coceiras. Quanto aos sintomas psicológicos, SP testemunhou que estava com muito bom humor e apresentava um novo estado de ânimo para com a vida. Ela relatou que havia alcançado “um novo sentido para seu existir, que se sentia mais terna e inteira”.

O halo branco luminoso começa a se apresentar quase como um todo distribuindo-se de forma mais homogênea em torno dos setores que envolvem o dedo. Pelos critérios da BIOELETROGRAFIA, a conclusão é que SP estava de fato reagindo rapidamente e muito bem ao processo terapêutico e que a cada passo restaurava seu padrão interno de equilíbrio e seu bem estar espiritual.

4 – Foto 15. Após 12 semanas de uso dos florais e fitoflorais (t=12 semanas): Todas as feridas de SP estavam quase que completamente cicatrizadas. Ela declarou que “sua vida tornara-se outra, muito mais alegre e que de agora em diante só faria coisas para se tornar mais feliz e fazer os outros felizes também.” O autor solicitou que SP mantivesse o uso dos produtos ainda por mais 8 semanas, após as quais ela poderia suspender o uso dos mesmos, conforme se sentisse à vontade para isto.

A foto já mostra um padrão claro de equilíbrio e bem estar. Segundo o Prof. Newton Milhomens, a fotografia bioeletrográfica de uma pessoa em estado de harmonia deve apresentar a cor azul nas laterais, e a cor magenta nas pontas e o halo luminoso branco deve fazer a volta toda ao redor do dedo. Sendo assim, na presente foto observamos a existência dos três critérios, demonstrando o tão esperado equilíbrio e bem estar da alma.

CONCLUSÃO DA HIPÓTESE 3:

Seria possível documentar através da BIOELETROGRAFIA os benefícios das essências florais no tratamento de estados depressivos?

O presente estudo demonstrou alguns benefícios energéticos das essências florais e fitoflorais no tratamento de um caso de depressão, mediante acompanhamento através de fotos bioeletrográficas e de depoimentos pessoais. Portanto, tais classes de produtos são pertinentes como elementos auxiliares eficazes que podem ter um papel importante dentro da medicina complementar.

Todavia, o campo de pesquisa do tema da depressão, das essências florais e da técnica bioeletrográfica é por demais amplo para que um pequenino estudo como este já possa apresentar uma resposta conclusiva. É preciso uma gama ampla de novos estudos para que a atuação dos produtos vibracionais possa formar um corpo de evidência cientificamente aceitável. Que este estudo possa ser um convite para este novíssimo campo de pesquisas que permanece quase que totalmente inexplorado.

CONCLUSÃO GERAL:

Através da BIOELETROGRAFIA demonstrou-se a presença in vitro de princípios vibracionais na essência floral Ficus do Sistema Florais de Minas. Ademais, documentou-se para esta essência floral o efeito energético acumulativo do número de gotas da solução-estoque (2 a 21 gotas), dando algum suporte à prática terapêutica dos Florais de Minas que recomenda o uso de 2 a 21 gotas da solução-estoque para cada 30 mililitros da solução de uso.

Em seguida, determinou-se in vivo o perfil para -farmacodinâmico de ação dos florais, corroborando a posologia clássica mínima de 4 gotas 4 vezes ao dia. Finalmente, mediante um estudo clínico de caso, e com auxílio da BIOELETROGRAFIA, registrou-se a eficácia de alguns produtos vibracionais dos Florais de Minas em determinados aspectos energéticos e psíquicos da depressão.

A BIOELETROGRAFIA tem se mostrado um importante recurso tecnológico de análise e acompanhamento de alguns aspectos vibracionais associados à vitalidade, energia, saúde e bem estar do ser humano, sendo também aplicável ao estudo de produtos caracterizados pela farmacodinâmica quântica, tais quais as essências florais, homeopatias, etc. Por ser uma ferramenta de custo relativamente baixo e de amplo espectro de aplicação, seu emprego reserva ainda uma grande ampliação entre os estudantes e pesquisadores brasileiros ligados à medicina vibracional. Talvez um dos principais objetivos do presente estudo tenha sido demonstrar tal potencialidade.

BIBLIOGRAFIA:

BACH, Edward. Cura-te a ti mesmo. Ed. Pensamento.

BACH, Edward. Escritos selecionados de Ed. Ground.

MILHOMENS, Newton – O modelo energético do homem: uma hipótese de trabalho, o efeito kirlian. Editora Ibrasa, São Paulo, 1988

MILHOMENS, Newton – Fotos Kirlian: como interpretar. Editora Ibrasa, São Paulo, 1988

MILHOMENS, Newton – Vida, Universo e Mente. Editora Ibrasa, São Paulo, 1995

MILHOMENS, Newton Fotos Kirlian – A comprovação científica. CD-Room. Edição 1998. Curitiba-PR

SILVA, Breno Marques da /Ednamara Batista Vasconcelos e Marques – As essências Florais de Minas: síntese para uma medicina de almas. Editora Aquariana, São Paulo, 1997

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