FOTO KIRLIAN em São João Del Rei

AS PRIMEIRAS DESCOBERTAS

 1777 – G.C. Lichtenberg, na Alemanha, conseguiu obter, em partículas de poeira, através da Eletricidade Estática, aquilo que poderíamos considerar como sendo uma primitiva “Imagem Kirlian”, e esses registros em poeira eletrificada foram por ele batizados de Eletrográficos.

 

É bom notar que, naquela época, ainda não havia sido inventada a película fotográfica.

1880 – Nikola Tesla, nos EUA, mostrou publicamente que um halo luminoso aparecia em redor do corpo humano – e também de qualquer outro objeto – quando a pessoa era exposta a um campo eletromagnético de alta voltagem e de alta frequência. Mas considerou o assunto como mera curiosidade e não se interessou muito por ele e não deu continuidade à pesquisa nem chegou a fotografar esse halo luminoso. Este halo luminoso recebeu o nome de “Efeito Corona”.

1892 – J.J. Narkievitch-Jodko, na Rússia, estudou aquilo que batizou de Fotografia Elétrica e desenvolveu um método de estudar as potencialidades humanas através dessa sua técnica fotográfica. Mas parou por aí e não deu continuidade às pesquisas. Suas pesquisas, posteriormente, foram retomadas por M. Pogorelski, na Rússia, e por B.I. Navratil, na Checoslováquia, sem maiores consequências.

1904 – O Padre Landel de Moura, no Brasil, mais precisamente em Porto Alegre (RS), inventou uma máquina que batizou de “Máquina de Eletrofotografia”, e tirou uma série enorme de Eletrofotografias de vários objetos, inclusive de seres humanos.

Chegou mesmo a batizar o halo luminoso que aparecia em torno dos corpos humanos de “Perianto”. Mas, por pertencer à Igreja Católica Romana e devido ao fato de que o “Perianto” poderia, talvez, ser confundido com o “Perispírito”, do então nascente Espiritismo – que estava sendo combatido pela Igreja Católica – a sua Máquina de Eletrofotografia foi confiscada pela Igreja, mas alguns desenhos esquemáticos da mesma escaparam e até foram publicados em livros que tratam de sua biografia.

1930 – Os Drs. Pratt e Schlemmer, em Praga, na Checoslováquia, pesquisaram “registros fotográficos, por contato, de vários objetos colocados diretamente em cima de emulsões fotográficas, sob a influência de um campo elétrico pulsante, no momento em que se produziam descargas elétricas”. Mas, igualmente, não deram continuidade a esse trabalho

1939 – O eletrotécnico russo, Semyon D. Kirlian, na cidade de Krasnodar, na então União Soviética, estava consertando equipamentos hospitalares que utilizavam alta voltagem, quando percebeu que, através da interação de fraquíssimas correntes elétricas e alta voltagem (da ordem de milhares de volts) e chapas fotográficas, era capaz de obter fotos em que, ao redor do corpo humano, de vegetais e de outros objetos, aparecia um halo luminoso. Kirlian e sua esposa, Valentina, passaram o resto de suas vidas pesquisando sobre o assunto e divulgaram ao mundo o que haviam descoberto.   Valentina faleceu em 1972 e Semyon em 1978.

 

 1968 – O professor de Física, Newton Milhomens, no Brasil, construiu sua primeira Máquina Kirlian – talvez a primeira Máquina Kirlian construída no Brasil – a partir de um esquema da Máquina de Semyon Kirlian e começou a pesquisar sobre o assunto, em Brasília (DF).

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: