FOTO KIRLIAN em São João Del Rei

Dra. Flávia Muratori

PSICÓLOGA CLÍNICA.

Psicoterapia de Família e Casal.

Av. Tiradentes, 585, centro.
SÃO JOÃO DEL REI, MG
Fone: (32) 9924-9178
E-mail: flaviamuratori@hotmail.com

Site: http://terapiadefamiliaecasal.wordpress.com/

 

 

Neurofeedback na Reabilitação Neuropsicológica Pós-Acidente Vascular Cerebral.

via Neurofeedback na Reabilitação Neuropsicológica Pós-Acidente Vascular Cerebral.

Novo artigo científico :

Neurofeedback na Reabilitação Neuropsicológica Pós-Acidente Vascular Cerebral:

Leia no link abaixo:

http://www.revistaneurociencias.com.br/inpress/627%20revisao.pdf

No site da Revista Neurociências.

Fui homenageada no Empresas e Profissionais de Sucesso de 2011 do Jornal Tribuna Sanjoanense. Veja no artigo anexo.  Psicóloga 2011.

Fui homenageada no Empresas e Profissionais de Sucesso de 2011 do Jornal Tribuna Sanjoanense. Veja no artigo anexo.

Psicóloga 2011.

BIOELETROGRAFIA / EFEITO KIRLIAN

Jose Angelo Monteiro da Costa – janngelo@hotmail.com

A Foto Kirlian

O QUE É FOTOGRAFADO REALMENTE – Se um elétron, por um motivo qualquer, se desprende do átomo, deixando de girar em torno do núcleo, e sai viajando livremente, entre os demais átomos do meio ambiente, recebe o nome de “elétron livre”.  Toda vez que um “elétron livre” volta a ser um elétron comum emite um “fóton de luz”, ou seja, produz luz, ilumina o ambiente.

Como resultado do metabolismo celular de nossos corpos, diversas substâncias químicas são liberadas e, no final, são exaladas sob a forma de gases e/ou vapores pelos poros da pele, como o suor, a uréia, etc, inclusive os feromônios.

Neste esquema e nesta foto, podemos ver que, na realidade, o que é ionizado pelas descargas elétricas, na face superior do filme, são os gases e/ou vapores exalados pelas papilas digitais do(a) paciente.

Como esses gases e/ou vapores são produzidos pelo metabolismo celular do(a) paciente está claro que indicarão como se encontra o estado de saúde orgânica e psíquica da pessoa, inclusive, até mesmo, a sua sexualidade, devido à exalação dos feromônios.

Uma Foto Kirlian ou uma Bioeletrografia ou, ainda, um Bioeletrograma, nada mais é do que a fotografia da ionização dos gases e/ou vapores exalados pelo corpo, através dos poros da pele.   As cores e as estruturas geométricas que nela aparecem nos permitem diagnosticar problemas de saúde orgânica e/ou psíquica.

Fundamento do Equipamento de Bioeletrografia

No esquema acima, temos (à esquerda) um gerador de alta voltagem que é conduzida à placa onde se coloca o dedo (à direita) e, entre o dedo e a placa, um filme fotográfico. Quando a placa está energizada, os gases e vapores que saem pelos poros das papilas digitais são, então, ionizados. A luz proveniente dessa ionização é captada pelo filme foto-gráfico, produzindo-se, então, uma Foto Kirlian.

Área Médica

 Correlacionamento entre as áreas da região da polpa dos dedos e as áreas orgânicas ou funcionais

Um caso de processo inflamatório

(observar o estriamento em forma de “forquilhamento”)

Um caso de processo infeccioso

(observar o estriamento em forma de “palmeirinhas”)

Área Psicológica

Um caso de depressão leve

(Observar a falha no halo colorido)

Um caso de depressão profunda

(observar a grande falha no halo colorido)

 

Dois casos de Perda de Energia ou Stress

(Observar as formações brancas arredondadas que parecem  estar     se destacando do campo energético)

Excesso de cor vermelha

(Hiperatividade, irritação, impaciência ou agressividade)

Excesso de cor azul

(Apatia, desinteresse ou passividade)

Área Parapsicológica

Estado Alterado de Consciência E.A.C.

Observar que o centro da foto, aonde se encosta o dedo, vai se tornando avermelhado e amarelado a medida que o Estado Alterado de Consciência se aprofunda.

Estes estados também são observados em meditação Yogue e transes hipnóticos profundos.

PADRÕES INTERNACIONAIS RECONHECIDOS – Hoje são reconhecidos oficialmente, pelo órgão regulador internacional IUMAB (INTERNATIONAL UNION OF MEDICAL AND APPLIED BIOELECTROGRAPHY), sediado na Finlândia, três padrões de analise para as Bioeletrografias, O Padrão Alemão do Dr. Peter Mandel, o Padrão Russo do Dr. Koroctkov e o Padrão Brasileiro do Prof. Newton Milhomens.

Padrão Alemão

Máquina de foto Kirlian “Padrão Peter Mandel”

Alemanha

Aspecto da foto do “Padrão Peter Mandel

 As fotos feitas com esta máquina são tiradas dos pés e mãos ao mesmo tempo e se apresentam em preto e branco. Para o Dr.Peter Mandel o que interessa são somente as estrias brancas

Máquina e Imagem Kirlian do “Padrão K. Korotkov” – Rússia

A Bioeletrografia “Padrão K. Korotkov” não é uma fotografia; é a transposição de dados através de um sistema computadorizado que analisa as emissões do dedo e a traduz em uma imagem gráfica.  Neste modelo, apenas são analisados os aspectos físicos, não há, ainda, análise dos aspectos emocionais.

COMENTÁRIO FINAL – Diversos estudos, defesas de teses nas mais diversas áreas do conhecimento, hoje, são desenvolvidos com base na análise bioeletrográfica, não somente na área da Saúde mas também na Agronomia, Engenharia, Física e Radiônca.  Todos eles embasados no mais puro cientificismo cartesiano.  Todos estes dados podem ser explorados e mais profundamente conhecidos através do site www.bioeletrografia.com.br .

BIOELETROGRAFIA / EFEITO KIRLIAN 

Jose Angelo Monteiro da Costa – janngelo@hotmail.com

Introdução da Kirliangrafia no Brasil pelo Professor Newton Milhomens, e Suas Primeiras Pesquisas

 

I)- Em 1963 consegue um esquema elétrico e eletrônico da máquina russa original. As primeiras dificuldades foram, inicialmente, traduzir os termos do russo para o português e, em seguida e com maior dificuldade, encontrar os componentes eletrônicos similares aos russos.   Estes componentes eram na sua maioria adquiridos através de importação dos Estados Unidos;

II)- Começa a fazer as primeiras fotos de pessoas conhecidas, mas entende ser o efeito luminoso o “efeito corona”.  e abandona as pesquisas por algum tempo;

III)- Reinicia as pesquisas quando se depara com uma foto de halos de duas pessoas que se uniam, ao invés de se repelirem como seria de se esperar em se tratando do “efeito corona”;

IV)- Desenvolve as suas experiências com pacientes de duas clínicas de Psicologia, em Brasília. Trabalha um ano recebendo pacientes já diagnosticados, e os fotografa.   Durante outro ano fotografa e diagnostica os pacientes para comparação com os diagnósticos dos psicólogos.   Atinge um índice de 95% de acerto, mas, como cientista, não entende ser o bastante para uma comprovação do seu método.   Refaz sua análise das fotos que discordaram do diagnóstico dos psicólogos, e observa que alguns pontos relativos à máquina estavam falhos, como, por exemplo, variações de voltagem. Também, alguns psicólogos refazendo sua análise, descobriram estar equivocados em seu diagnóstico.   Refeitas as análises o índice de acerto sobe para 98%;

V)- Começa o trabalho de pesquisas em hospitais. Trava contato com acupunturistas e reflexologistas, e traça um mapeamento das pontas dos dedos relacionando ao órgão do corpo. Observa aspectos, nas fotos, das principais manifestações físicas que ocorrem no corpo doente (infecção, inflamação, alergia, dor, degeneração);

VI)- Expande a Kirliangrafia para a área médica, e é desenvolvida pesquisa aprofundada por dois médicos da Marinha sobre o diagnóstico do câncer;

VII)- Inicia-se a realização de congressos nacionais e internacionais de Kirliangrafia. O Prof. Newton Milhomens é eleito Presidente da Associação Nacional e Vice-Presidente da Associação Internacional de Bioeletrografia (hoje nome oficial do método da Kirliangrafia);

VIII)- Até 2001 já haviam sido comercializadas, para médicos, psicólogos e terapeutas, mais de 35.000 máquinas de bioeletrografia. Hoje, também, muito utilizadas na agronomia, botânica, zoologia e mineralogia.

Falecimento do Prof. Newton Milhomens

Infelizmente, no dia 08 de Julho de 2007, o Prof. Newton Milhomens faleceu em Curitiba, deixando a comunidade científica nacional e internacional de luto. Seu trabalho foi pioneiro na área da Bioeletrografia, não só popularizando a pesquisa bioeletrográfica brasileira a nível internacional, bem como proporcionando o reconhecimento merecido ao ilustre cientista brasileiro, o Padre Roberto Landell de Moura, como o real inventor da Máquina Bioeletrográfica, projetando assim o Brasil no meio científico internacional.

Hoje, a Dra Selma Milhomens, sua esposa, continua o seu trabalho, tanto na pesquisa de avanços tecnológicos com relação a máquina, como ministrando cursos e palestras no Brasil e exterior.

BIOELETROGRAFIA / EFEITO KIRLIAN 

Jose Angelo Monteiro da Costa – janngelo@hotmail.com

A Bioeletrografia

Foto da Polpa do Dedo

A Bioeletrografia é um método de análise das condições emocionais e físicas do ser humano.  Baseia-se na interpretação do espectro de cores, captado por uma película fotográfica, gerado pela ionização de gases e vapores exalados pela pele da polpa dos dedos.

Resumindo, é uma análise dos produtos do metabolismo de uma pessoa, e através desta análise se conclui em que estado emocional e físico se encontra o indivíduo, com um índice de precisão de 98%. 

Com este tipo de análise podemos avaliar se uma pessoa tem maior tendência à impaciência (agitada) ou à apatia (indolência), se tem a tendência a se preocupar demais, se possui boa auto-estima (positiva, auto-astral) ou não, se é mais objetiva ou reticente, se está depressiva ou se é um grande deprimido, se é tímida ou extrovertida, além de análises mais profundas como a presença ou não de complexos de inferioridade, conflitos emocionais, carência afetiva, tendência autodestrutiva e até mesmo tendências homossexuais. 

Também é analisada a tendência a distúrbios físicos nos diversos sistemas orgânicos e órgãos específicos. É importante ressaltar a palavra tendência, pois, como há uma análise a nível metabólico, atua-se muitas vezes de forma preventiva evitando-se o desenvolvimento e a efetivação de uma série de doenças, não permitindo que estas se desenvolvam.

AS PRIMEIRAS DESCOBERTAS

 1777 – G.C. Lichtenberg, na Alemanha, conseguiu obter, em partículas de poeira, através da Eletricidade Estática, aquilo que poderíamos considerar como sendo uma primitiva “Imagem Kirlian”, e esses registros em poeira eletrificada foram por ele batizados de Eletrográficos.

 

É bom notar que, naquela época, ainda não havia sido inventada a película fotográfica.

1880 – Nikola Tesla, nos EUA, mostrou publicamente que um halo luminoso aparecia em redor do corpo humano – e também de qualquer outro objeto – quando a pessoa era exposta a um campo eletromagnético de alta voltagem e de alta frequência. Mas considerou o assunto como mera curiosidade e não se interessou muito por ele e não deu continuidade à pesquisa nem chegou a fotografar esse halo luminoso. Este halo luminoso recebeu o nome de “Efeito Corona”.

1892 – J.J. Narkievitch-Jodko, na Rússia, estudou aquilo que batizou de Fotografia Elétrica e desenvolveu um método de estudar as potencialidades humanas através dessa sua técnica fotográfica. Mas parou por aí e não deu continuidade às pesquisas. Suas pesquisas, posteriormente, foram retomadas por M. Pogorelski, na Rússia, e por B.I. Navratil, na Checoslováquia, sem maiores consequências.

1904 – O Padre Landel de Moura, no Brasil, mais precisamente em Porto Alegre (RS), inventou uma máquina que batizou de “Máquina de Eletrofotografia”, e tirou uma série enorme de Eletrofotografias de vários objetos, inclusive de seres humanos.

Chegou mesmo a batizar o halo luminoso que aparecia em torno dos corpos humanos de “Perianto”. Mas, por pertencer à Igreja Católica Romana e devido ao fato de que o “Perianto” poderia, talvez, ser confundido com o “Perispírito”, do então nascente Espiritismo – que estava sendo combatido pela Igreja Católica – a sua Máquina de Eletrofotografia foi confiscada pela Igreja, mas alguns desenhos esquemáticos da mesma escaparam e até foram publicados em livros que tratam de sua biografia.

1930 – Os Drs. Pratt e Schlemmer, em Praga, na Checoslováquia, pesquisaram “registros fotográficos, por contato, de vários objetos colocados diretamente em cima de emulsões fotográficas, sob a influência de um campo elétrico pulsante, no momento em que se produziam descargas elétricas”. Mas, igualmente, não deram continuidade a esse trabalho

1939 – O eletrotécnico russo, Semyon D. Kirlian, na cidade de Krasnodar, na então União Soviética, estava consertando equipamentos hospitalares que utilizavam alta voltagem, quando percebeu que, através da interação de fraquíssimas correntes elétricas e alta voltagem (da ordem de milhares de volts) e chapas fotográficas, era capaz de obter fotos em que, ao redor do corpo humano, de vegetais e de outros objetos, aparecia um halo luminoso. Kirlian e sua esposa, Valentina, passaram o resto de suas vidas pesquisando sobre o assunto e divulgaram ao mundo o que haviam descoberto.   Valentina faleceu em 1972 e Semyon em 1978.

 

 1968 – O professor de Física, Newton Milhomens, no Brasil, construiu sua primeira Máquina Kirlian – talvez a primeira Máquina Kirlian construída no Brasil – a partir de um esquema da Máquina de Semyon Kirlian e começou a pesquisar sobre o assunto, em Brasília (DF).