FOTO KIRLIAN em São João Del Rei

Cromopuntura e Bioeletrografia:

Cromopuntura e Bioeletrografia:
análise energética dos efeitos da Cromoterapia

Maria Aparecida Aguiar – discente do Curso de Naturologia Aplicada. Bolsista PUIC;
Prof. MSc. Roberto Marimon – docente do Curso de Naturologia Aplicada;
Prof. Fernando Hellmann – docente do Curso de Naturologia Aplicada.
Curso de Naturologia Aplicada – UNISUL – Campus Grande Florianópolis

Introdução
Por serem quase inexistentes os estudos científicos da ação da Cromopuntura e da falta de pesquisas em Naturologia Aplicada, tornam-se necessários estudos e pesquisas que contribuam para a promoção do conhecimento e avaliação das práticas naturais, em especial a Cromopuntura.
As cores, segundo Pagnamenta (2003), possuem um comprimento de onda em que os componentes fundamentais da luz são os fótons, partícula sem peso algum que se move a velocidade da luz de 300.000.000 m/s. A Cromopuntura é por sua vez a aplicação pontual da luz colorida (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, turquesa e violeta) sobre pequenas zonas da pele. Mandel (1993) explica que com um determinado comprimento de onda, ou seja, uma das cores acima citadas, por efeito de ressonância envia informações ao sistema nervoso central para que coordene os órgãos da produção endócrina.
Estes, ao receberem as informações corretas, que eram deficientes devido à doença, redirecionam-nas para o corpo, restabelecendo o equilíbrio. Sendo assim, a cromopuntura age sobre o sistema de homeostase corporal. “A cromopuntura, com sua ação biofotônica não acrescenta nada de novo para a pessoa, porém procura o reequilibrio da sua energia original que sempre esteve presente em cada um e que foi alterada durante a doença” (PAGNAMENTA, 2003 p.22). A fotografia bioeletrográfica é o processo através do qual se fotografa a polpa dos dedos com o auxílio de um gerador de alta-tensão. Ao sensibilizar o filme com um pulso elétrico, fica nele registrada o efeito corona modificado pela energia do dedo ou de outro objeto em contato como filme. Essa energia, no caso dos dedos humanos, refere-se aos
meridianos da Medicina Tradicional Chinesa, também a temperatura corporal e outros fatores como a condutibilidade elétrica da pele. Há várias funções atribuídas a essa prática, incluindo exame físico, funcional e observações de aspectos psicológicos da pessoa bioeletrografada (MILHOMENS, 2000).
A hipótese, mais aceita atualmente, para a explicação do fenômeno Bioeletrográfico foi formulada pelo físico russo, Dr. Konstantin Korotkov, PhD, que, a partir de um espectrofotômetro de massa com um contador de fótons, observou e relatou que existem vapores, gases e uma fraca emissão de radiação que vai do infravermelho ao ultravioleta, passando pela luz visível. Esta mistura de radiações, vapores e de gases, provocaria uma ionização que, em contato com o filme fotográfico, originaria o halo luminoso. A essa ionização se deu o nome de “Gás Discharge Visualization” (sigla GDV), que, em português, adotou o nome de Ionização de gases e vapores (IGV) (MILHOMENS, 2000).
Objetivos
Os objetivos propostos para a pesquisa é verificar a funcionabilidade da Cromopuntura através da visualização das mudanças nas análise bioletrográficas (antes e após oito sessões de cromopuntura), comparando as mudanças ocorridas nos interagentes do grupo teste em comparação com os interagentes do grupo controle, os quais não receberão o referido tratamento. Para tanto, faz-se o uso neste processo da Bioeletrografia, como meio de análise e avaliação quantitativa diante de possíveis evoluções no tratamento com a Cromopuntura.

Metodologia
Para esta pesquisa, foram selecionados 10 acadêmicos do curso de Naturologia Aplicada da Universidade do Sul de Santa Catarina – Campus Pedra Branca, em que 5 formaram o grupo teste e 5 o grupo controle. Apenas após a assinatura do termo de consentimento livre, informado e esclarecido, os estudantes do Curso de Naturologia Aplicada, matriculados no semestre 2007/1, fizeram parte do Grupo Teste (GT) e do Grupo Controle (GC). Inicialmente foi feito um registro de interagência, para a coleta de dados inicial. A partir desta coleta de dados, também da análise da Bioeletrografia, foram selecionado as técnica de Cromopuntura mais indicadas para cada caso, como propõe Mandel (2000). Foram realizadas
semanalmente duas aplicações de Cromopuntura nos interagentes do Grupo Teste (GT), com duração de um mês de tratamento. A análise Bioeletrográfica foi feita na primeira e na última semana do tratamento.
No grupo controle foram feitas análises Bioeletrográficas na mesma data do grupo teste, não recebendo aplicação de cromopuntura. Finalmente, as mudanças foram analisadas comparando-se os dados obtidos no grupo teste com os obtidos no grupo controle.

Para análise quantitativa, visualizou-se as mudanças em cada uma das 5 bioeletrografias de cada participante, totalizando 25 fotos bioeletrográficas de cada grupo. Para a obtenção das Bioeletrografias, utilizou-se a Máquina Kirlian, modelo 6SL, marca Newton Milhomens, com tensão de saída de 6,5 KV, freqüência 60 Hz e tempo de exposição de 4 segundos.
Utilizou-se também, Filme Fuji 100 ASA. Foram bioeletrografado os cinco dedos da mão direita de cada interagente dos dois grupos.

Resultados
Puderam-se observar diferenças nas fotos do grupo teste após o tratamento de cromopuntura, também entre as bioeletrografias do grupo controle. As diferenças encontradas nas bioeletrografias do GC podem ser decorrentes de fatores ambientais e emocionais diversos, visto que estas pessoas não receberam tratamento específico. No GC, 53% das 25 fotos analisadas apresentaram melhores, com luminosidade maior e menos sinais de desequilíbrios. Ao perguntar para participantes do GC, dois dos cinco integrantes deste grupo relataram uso de Florais de Bach durante o período, podendo
ser um dos fatores desta melhora nas bioeletrografias. No GT, 88% das 25 fotos bioeletrográficas totais apresentaram melhoras, provavelmente devido ao uso da técnica de Cromopuntura. Além da visualização da melhora nas Bioeletrografias do GT, os interagentes integrantes deste grupo relataram melhora. Na Bioeletrografia do dedo indicador direito de um dos Interagente, foi observada alteração na foto na região que representa a coluna torácica e lombar de acordou com o mapa de interpretações. Visto que suas queixas eram dores na coluna vertebral principalmente na coluna
lombar, pode-se dizer que a Bioeletrografia neste caso comprovou a queixa relatada pela interagente.
O interagente relatou ter suas dores diminuídas após o tratamento, da mesma forma que a segunda foto, realizada após o tratamento de Cromopuntura, mostrou melhora.

 Conclusões
Considera-se que este projeto foi válido, pois foi comprovada a eficácia da Cromopuntura através das análises bioeletrográficas e também dos relatos dos interagentes atendidos. Ressalta-se que a Bioeletrografia é muito suscetível a mudanças, principalmente referente ao estado do bioeletrografado no momento em que se faz a fotografia. Sendo assim, o medo de realizar a foto pôde ter influenciado, e na segunda vez que se fez as fotografias não havia tal problema, tendendo a foto ficar melhor. De qualquer forma, acredita-se que a Bioeletrografia não é recomendado a ser utilizado como único
método avaliativo, sendo interessante a complementação com outros métodos de análises referente à Naturologia Aplicada. Contudo, ficou comprovado, nos moldes desta pesquisa, os efeitos benéficos da Cromopuntura.

Bibliografia
DOUGANS, Inge; Ellis, Suzanne. Um guia passo a passo para a aplicação da Reflexologia. 10ª Edição. Editora Cultrix. São Paulo – SP: 2001.
LELOUP, Jean-Yves. O corpo e seus símbolos: uma antropologia essencial. 12. ed. Petrópolis: Vozes, 2004.
MANDEL, P. Compendium of the Ophtalmotropic Genetic Therapy – OGT. Bruchsal, Germany: Esogetics GmbH, 2005. 407 p.
________. Esogetics: The sense and Nonsense of Sickness and Pain. Sulzbach/Taunus, Germany: Energetik-Verlag GmbH, 1993. 182 p.
MILHOMENS, Newton. Fotos Kirlian A Comprovação Científica. CD-ROM desenvolvido por EGG Tecnologia Ltda. Curitiba – PR. 2000.
MOSS, Thelma PhD. O Corpo Elétrico. Editora Cultrix, São Paulo – SP. 1979.
PAGNAMENTA, N.F. Cromoterapia para Crianças. São Paulo: Madras, 1998. 166p.

Comentários a: "Cromopuntura e Bioeletrografia:" (2)

  1. celeuta batista alves said:

    sou estudante e pesquisadora de bioletromagnetismo e no momento minha busca se conc entra em FOTO KIRLIAN, conceitos, aplicaçõese conceitos físicos envolvidos no processo da eletrografia. Preciso muito de ajuda, ficaria muito grata em obtê-la.
    agradecidamente,
    celeuta

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